Capacidade antioxidante e antimicrobiana do extrato aquoso de couve e potencial suplementação em bebida láctea fermentada

Autores

  • Luana Cristina Rodrigues da Silva UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
  • Alcinei Mistico Azevedo Universidade Federal de Minas Gerais
  • Anna Christina Almeida Universidade Federal de Minas Gerais
  • Francine Souza Alves da Fonseca Universidade Federal de Minas Gerais
  • Igor Viana Brandi Universidade Federal de Minas Gerais
  • Evander Alves Ferreira Universidade Federal de Minas Gerais
  • Ana Clara Gonçalves Fernandes Universidade Federal de Minas Gerais https://orcid.org/0000-0002-8161-8130
  • Nermy Ribeiro Valadares Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2021.101502

Palavras-chave:

extrato aquoso, Brassica oleracea var. acephala, flavonoides

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar a capacidade antioxidante e antimicrobiana de folhas de couve, bem como quantificar os teores de compostos fenólicos e flavonóides presentes em seu extrato aquoso e a viabilidade quando adicionado em bebida láctea fermentada. As folhas foram submetidas a quatro tratamentos: frescas trituradas no liquidificador, frescas pulverizadas com nitrogênio líquido, secas em estufa a 45°C por 72 horas e congeladas. Determinou-se a atividade antioxidante, concentração de compostos fenólicos totais, flavonóides e atividade antimicrobiana. Para preparo da bebida láctea foram adicionadas as quantidades de 5%, 10% e 15% do extrato seco de folhas de couve, bem como 15% do extrato seco com sorbato e o tratamento controle. Além disso, determinou a atividade antioxidante e o número de bactérias lácticas na bebida. As folhas secas e congeladas apresentaram melhor atividade antioxidante e, quando comparadas às folhas frescas em pó, não diferiram em compostos fenólicos, apresentando os melhores teores. Folhas frescas em pó apresentaram maior rendimento de flavonóides. Os extratos aquosos de folhas de couve não apresentaram atividade antibacteriana contra os microrganismos estudados. O resumo não apresentou capacidade antioxidante, teores de compostos fenólicos totais e flavonóides da couve submetida aos diferentes tratamentos.

Biografia do Autor

Luana Cristina Rodrigues da Silva, UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

PÓS GRADUAÇÃO EM PRODUÇÃO ANIMAL, INSTITUTO DE CIENCIAS AGRÁRIAS

Alcinei Mistico Azevedo, Universidade Federal de Minas Gerais

Departamento de Experimentação Agrícola, Instituto de Ciências Agrárias

Anna Christina Almeida, Universidade Federal de Minas Gerais

Departamento de Sanidade Animal, Instituto de Ciências Agrárias

Francine Souza Alves da Fonseca, Universidade Federal de Minas Gerais

Departamento de Plantas Medicinais, Instituto de Ciências Agrárias

Igor Viana Brandi, Universidade Federal de Minas Gerais

Departamento de Biotecnologia, Instituto de Ciências Agrárias

Evander Alves Ferreira, Universidade Federal de Minas Gerais

Instituto de Ciências Agrárias

Ana Clara Gonçalves Fernandes, Universidade Federal de Minas Gerais

Pós Graduação em Produção Vegetal, Instituto de Ciências Agrárias

Nermy Ribeiro Valadares, Universidade Federal de Minas Gerais

Programa de Pós Graduação em Produção Vegetal, Instituto de Ciencias Agrárias

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Publicado

2021-11-09