Avaliação da atividade fotoprotetora do extrato aquoso de <i>Rhaphiodon echinus</i> (Nees & Mart.) Schauer

Autores

  • Maurício André Campos de Medeiros Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Brasil
  • Bernadete Santos Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Brasil
  • Fernanda Matias Cariri Marques Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Brasil
  • Maria Francyherla Miguel da Silva Leite Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Brasil
  • Mylena Medeiros Simões Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Brasil
  • Raline Mendonça dos Anjos Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Brasil
  • Luciano de Brito Júnior Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Brasil
  • Gabriela Lemos de Azevedo Maia Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), Brasil
  • Maria Angélica Sátyro Gomes Alves Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Brasil
  • Aleson Pereira de Sousa Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Brasil
  • Abrahão Alves de Oliveira Filho Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Brasil

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2021.044601

Palavras-chave:

fotoproteção, Rhaphiodon echinus, extrato aquoso

Resumo

A pele é o maior órgão do corpo e possui diversas funções no organismo: proteção, nutrição, pigmentação e absorção. A exposição frequente aos raios solares causa sérios problemas dermatológicos, que são estimulados pela incidência da radiação ultravioleta. Umas das alternativas para inibir os efeitos dos raios ultravioleta é a utilização de protetor solar. Na estruturação de alternativas que possam produzir efeito fotoprotetor, a utilização de produtos derivados de plantas ganha resultados positivos. O metabolismo secundário de inúmeras plantas produz compostos orgânicos com efeito sinérgico na fotoproteção. Os flavonóides são metabólitos secundários que integram os compostos fenólicos. A espécie Rhaphiodon echinus, conhecida como “bentônica” apresenta flavonoides em sua composição bioquímica. O presente estudo objetivou avaliar o potencial fotoprotetor, in vitro, do extrato aquoso de R. echinus. Foi utilizado o extrato aquoso da planta em diferentes concentrações 50, 100, 500 e 1000 μg/mL e realizado varreduras em espectrofotômetro no comprimento de onda de 290 a 320 nm com intervalos de 5 nm a cada 5 minutos. Os resultados foram calculados segundo à equação de Mansur para determinar o fator de proteção solar. O produto apresentou fotoproteção em todas as concentrações avaliadas >6FPS, as concentrações de 500 a 1000 μg / mL obtiveram maior efeito fotoprotetor com >25 FPS. No entanto, torna-se necessário mais estudos fitoquímicos e farmacológicos para melhor elucidar as moléculas presentes nos extratos de R. echinus e sua atividade biológica.

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Publicado

2021-05-13

Edição

Seção

Artigos