Germinação de sementes de portaenxerto de pessegueiro com o uso de biorregulador

Sarita Leonel, Bruno Henrique Leite Gonçalves, Marco Anntônio Tecchio, Rafael Augusto Ferraz, Jackson Mirellys Azevêdo Souza

Resumo


Foram avaliados os efeitos do ácido giberélico na germinação de sementes do porta-enxerto de pessegueiro 'Okinawa'.  O experimento foi realizado primeiramente em câmara fria (3º - 4º C), onde as sementes sem endocarpo foram armazenadas por um período de 60 dias. Na segunda etapa, as sementes foram colocadas em germinador, empregando-se papel de filtro dupla face umedecido com água destilada, como meio para a germinação. Os tratamentos foram realizados mediante imersão das sementes, em soluções preparadas com  o biorregulador, contendo GA3 10%, num tempo de imersão uniforme de 24 horas.  Os tratamentos empregados corresponderam a: 0 (controle); 25; 50; 75 e 100 mg l-1 de GA3.  O delineamento experimental empregado foi em parcelas subdivididas com 9 repetições e 54 sementes por repetição, onde as parcelas corresponderam as doses de GA3 e as subparcelas aos dias de avaliação após a semeadura (22, 24, 26, 28, 30, 32 e 34 dias).  Foram avaliados a porcentagem, o tempo e o índice de velocidade média de germinação (IVG).  Os resultados obtidos permitiram concluir que as sementes tratadas com GA3 54 mg l-1 apresentaram a maior porcentagem (68,9%) e o menor índice de velocidade média de germinação (0,06 sementes germinadas dia-1), sendo que o tempo médio de germinação foi de 20 dias.


Palavras-chave


Prunus persica, ácido giberélico, propagação, porta-enxerto

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